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Centro de Formação ECONOMIA DO MAR

Cursos gratuitos com apoio e conexão às comunidades pesqueiras da Baía de Guanabara

Inscreva-se

A proposta coordenada pelo Movimento Baía Viva, organização socioambiental, cultural e pluriétnica fundada em 1984, conta com parceria entre o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social – NIDES/UFRJ e com o apoio institucional de 49 instituições entre órgãos públicos, universidades e organizações comunitárias e de comunidades tradicionais.

O Centro de Formação em Economia do Mar (Baía de Guanabara), localizado no Hangar Náutico da UFRJ, na Ilha do Fundão (RJ), funcionará como um espaço público destinado à capacitação prioritariamente de pessoas oriundas de grupos sociais em situação de vulnerabilidades socioeconômicas e socioambientais e de comunidades tradicionais (pescadores, povos indígenas e quilombolas) nas áreas da Economia Solidária, Economia do Mar e da Sustentabilidade.

Para saber todas as etapas e as inscrições, eventos, visitas e propostas do Centro de Formação Economia do Mar acompanhe nossa atualização pelas redes sociais e nosso canal no YouTube.

Apresentação

No início de 2024, a proposta do Centro de Formação em Economia do Mar (Baía de Guanabara) foi inscrita pelo Movimento Baía Viva no edital Petrobras Socioambiental.

Hangar

Náutico

História

O Movimento Baía Viva é um coletivo socioambiental, com raízes na década de 1980 (iniciado como Coletivo das Águas em 1984), focado na defesa, despoluição e restauração da Baía de Guanabara, Baía de Sepetiba e outros ecossistemas fluminenses. Atua na Educação Socioambiental contra o sacrifício de biomas, promove a justiça social, apoia comunidades tradicionais e propõe políticas públicas socioambientais. 

Desde 2018, o Movimento Baía Viva em articulação com instituições acadêmicas, comunidades pesqueiras e órgão públicos protagonizam um processo de mobilização social pela implementação da Universidade do Mar na região da Baía de Guanabara. A proposta visa instalar um campus avançado voltado a atividades de extensão universitária, programas de monitoramento ambiental e da biodiversidade marinha e realização de curso de capacitação voltados às comunidades pesqueiras.

Em 2023, uma parceria entre o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social - NIDES/UFRJ, Movimento Baía Viva e a Associação de Pescadores de Tubiacanga (Apelt), com recursos de medidas compensatórias destinadas pelo Ministério Público Federal (MPF-RJ) sob a gestão operacional do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), possibilitou a implantação do Estaleiro Escola no Hangar Náutico da Ilha do Fundão, onde foram formadas 2 turmas de Aprendizes da Carpintaria Naval Artesanal que construíram 3 embarcações de pesca, beneficiando 60 pescadores/as artesanais de municípios do entorno da Baía de Guanabara.

Transformou minha
vida e meu barco !

Francisco Peres dos Santos, 67 anos, pescador

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Com a parceria da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, amplia-se a ação formativa baseada numa ecologia de saberes com a troca dialógica entre o conhecimento técnico-científico oriundo da academia (saber acadêmico-científico), com a perspectiva da valorização dos conhecimentos e saberes tradicionais das comunidades pesqueiras e rurais das cidades de Itaboraí, Magé, Guapimirim, São Gonçalo, Duque de Caxias, Cachoeiras de Macacu e Maricá, integrantes da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara.

Nossas Instalações

Para que haja o bom aproveitamento das aulas e do convívio entre saberes, o NIDES oferece instalações completas para os participantes dentro da UFRJ.

Hangar Náutico da UFRJ

O Hangar Náutico, localizado na Rua Octávio Catanhede, Campus da Cidade Universitária da UFRJ (Ilha do Fundão), foi construído no final da década de 1920 pela empresa italiana Lati, o hangar funcionava originalmente como uma base para hidroaviões e, na década de 1940, a instalação foi assumida pela Aeronáutica.

No processo de aterramento e união de um arquipélago composto por oito ilhas distintas: Baiacu, Bom Jesus, Cabras, Catalão, Fundão, Pindaí do Ferreira, Pindaí do França e Sapucaia para a criação da Cidade Universitária (final dos anos 40/início dos 50), o hangar, que ficava na antiga Ilha das Cabras, foi preservado.

Após um longo período desativado, o espaço foi retomado pela UFRJ em 2005. Atualmente, o Hangar Náutico é gerido pela UFRJ e abriga o Polo Náutico (focado em engenharia de embarcações de lazer, esporte e serviço). Também é utilizado para atividades do Museu Vivo do Mar e eventos ligados à sustentabilidade e cultura, como o Ponto de Cultura Ancestralidades, uma parceria do Movimento Baía Viva com o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (NIDES).

Fonte: Centro de Tecnologia da UFRJ

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